terça-feira, 24 de maio de 2011

Reposição de testosterona


Os níveis circulantes de testosterona caem com a idade. O declínio começa ao atingirmos a maturidade e prossegue à medida que envelhecemos, mas a velocidade de queda é muito variável. Alguns homens com mais de setenta anos mantêm níveis próximos aos dos jovens, enquanto outros já apresentam concentrações baixas aos quarenta.
As alterações físicas e comportamentais causadas por essas variações fisiológicas levam à diminuição da massa óssea, da massa muscular e da força física, ao acúmulo de tecido adiposo, fadiga e tendência à depressão e à piora da função sexual.
Como esses distúrbios são indistinguíveis do próprio processo de envelhecimento, é razoável supor que possam ser corrigidos por meio da administração de testosterona, à semelhança da reposição de hormônios femininos na menopausa.
As dificuldades estão na inexistência de critérios bem definidos para caracterizar o hipogonadismo nessa faixa etária, na dúvida sobre a eficácia do tratamento e na possibilidade de efeitos indesejáveis, como o aumento do risco de câncer de próstata.
Acabam de ser publicados dois estudos que procuram esclarecer essas questões.
O primeiro foi realizado com 3219 homens de 40 a 79 anos, em oito países europeus, para estabelecer a relação entre sintomas e níveis de testosterona.
De uma lista inicial de 32 sintomas possivelmente associados à queda dos níveis de testosterona, apenas nove confirmaram guardar relação direta com ela: três deles ligados à sexualidade (frequência diminuída de ereções matinais espontâneas, de pensamentos eróticos e disfunção erétil), três sintomas físicos (dificuldade de praticar exercícios como correr ou levantar objetos pesados, incapacidade de andar mais de 1 km e de ajoelhar e levantar sem ajuda) e três sintomas “psicológicos” (falta de energia, fadiga e tristeza).
Os autores sugerem que o diagnóstico de hipogonadismo nos mais velhos deve levar em conta não apenas os níveis diminuídos de testosterona total (abaixo de 3,2 ng/mL), mas também a presença dos três grupos de sintomas citados.
Usar apenas o critério clínico é desaconselhável, porque mais de 25% dos participantes com queixas de dificuldades sexuais apresentavam concentrações normais de testosterona, mostrando que a relação entre causa e efeito não é clara.
O segundo estudo foi conduzido por um grupo da Universidade de Boston entre homens com limitações de mobilidade, que apresentavam níveis baixos de testosterona (abaixo de 3,5 ng/mL), com a finalidade de avaliar se a reposição hormonal seria capaz de aumentar a massa muscular e melhorar a movimentação.
Foi planejado para incluir 252 homens com pelo menos 65 anos, com alta prevalência de doenças crônicas, portadores de restrições definidas como a impossibilidade de andar mais de dois quarteirões planos ou subir dez degraus.
Os participantes foram divididos ao acaso em dois grupos: o primeiro recebeu aplicações transdérmicas diárias de um gel contendo testosterona; os demais aplicavam na pele um gel placebo.
No grupo tratado com testosterona houve aumento significativo da força muscular nas pernas, nos braços e na capacidade de subir escadas. Os níveis de hemoglobina aumentaram, bem como os das frações HDL e LDL (“bom” e “mau” colesterol, respectivamente), mas surgiram mais complicações cardíacas.
No grupo dos 106 homens tratados com testosterona, dez sofreram complicações cardíacas, contra apenas um do grupo-placebo. Essas ocorrências fizeram o Comitê de Segurança interromper o estudo.
Os eventos cardiológicos foram de intensidade variável e não obedeceram a um padrão definido. Como o número deles foi pequeno, não é possível excluir a possibilidade de que tenham ocorrido por acaso, uma vez que o grupo já sofria de doenças crônicas.
Esses resultados são surpreendentes. Vários trabalhos com números bem maiores de participantes não detectaram aumento do risco de doenças cardiovasculares associadas à reposição.
A administração de testosterona deve ser abandonada em homens mais velhos com hipogonadismo? Não, mas deve ser feita com cuidado, cuidado redobrado naqueles que sofrem de hipertensão, diabetes, doenças cardíacas e que apresentam limitações de mobilidade.

http://www.drauziovarella.com.br/ExibirConteudo/6408/reposicao-de-testosterona

O perigo da cintura avantajada

Gordura acumulada na cintura está mais associada a doenças crônicas do que aquela presente nos quadris.
Diversos estudos sugerem que a circunferência abdominal e a relação numérica entre ela e a do quadril permitem prever o risco de adoecer, de forma mais precisa do que o peso ou o índice de massa corpórea (IMC = peso/ altura x altura).
As recomendações atuais são as de que a circunferência abdominal não ultrapasse 102 cm nos homens ou 88 cm nas mulheres. Já a relação circunferência abdominal/circunferência do quadril não deve ser maior do que 1,0 nos homens e 0,85 nas mulheres.
A circunferência do abdômen deve ser medida na parte mais estreita da cintura ou a partir do ponto situado na metade da distância que separa as últimas costelas da parte superior do osso ilíaco. A medida da circunferência dos quadris deve ser efetuada na altura do maior diâmetro horizontal.
Embora a associação entre essas medidas e o aparecimento de doenças degenerativas tenha sido demonstrada em diversos estudos, a que existe entre elas e o risco de morte não estava clara.
Para esclarecer essa questão, acaba de ser publicado o European Prospective Investigation into Cancer e Nutrition (EPIC), que acompanhou uma coorte de 359.387 mulheres e homens de 25 a 70 anos (média = 51,5 anos), em dez países da Europa, durante um período médio de dez anos.
Todos os participantes foram medidos (altura, peso, circunferência abdominal e relação cintura/quadril) e responderam questionários para informar as características sociodemográficas e do estilo de vida, história médica, fumo, consumo de álcool e prática de atividade física.
No período médio de dez anos ocorreram 14.723 mortes: 5429 causadas por neoplasias malignas, 3443 por doenças cardiovasculares, 637 por enfermidades respiratórias e 2209 por causas diversas.
A relação entre o IMC e o risco de morte foi não linear, já que o risco foi mais elevado tanto no grupo com IMC mais alto quanto naquele mais baixo. Apresentaram os menores índices de morte os homens com IMC médio de 25,3 e as mulheres com IMC médio de 24,3.
Em cada valor do IMC, para cada aumento de 5 cm na circunferência abdominal o risco de morte cresceu 17% nos homens e 13% nas mulheres. Para cada aumento de 0,1 unidade na relação entre a circunferência abdominal e a dos quadris o risco de morte cresceu 34% nos homens e 24% nas mulheres.
Ao contrário da circunferência abdominal, a circunferência dos quadris como medida isolada não guardou relação com o risco de morte.
Houve uma associação positiva entre risco de morte e aumento da circunferência abdominal mesmo nos participantes com IMC normal.
Apresentaram risco relativo de morte por doenças cardiovasculares mais elevado as mulheres e homens com IMC mais alto. Já as mortes por doenças respiratórias estiveram associadas com mais frequência aos valores mais altos da circunferência abdominal ou aos da relação cintura/quadril.
A gordura não é simples depósito de energia para ser mobilizado em épocas de vacas magras; o tecido adiposo é metabolicamente ativo, particularmente aquele depositado entre as vísceras. Ele secreta mediadores inflamatórios potencialmente ligados ao desenvolvimento de doenças crônicas. Essa propriedade explica por que a gordura abdominal aumenta o risco de morte mesmo naqueles com valores mais baixos do IMC.
Já a relação cintura/quadril tem relação menos clara com o IMC e talvez seja apenas um marcador da distribuição de gordura.
O grande número de participantes do estudo europeu permitiu demonstrar que a circunferência abdominal é fator de risco independente do peso corpóreo e do IMC. Pessoas que estão na faixa da normalidade do IMC, mas que apresentam acúmulo excessivo de gordura abdominal, devem se preocupar tanto quanto aquelas que estão com excesso de peso.

Minotauro estará pronto para voar no UFC Rio?



Os fãs clamavam por mais um nome de peso para abrilhantar o card do UFC Rio, evento que acontece no dia 27 de agosto. E, para saciar tal sede, a organização confirmou Rodrigo Minotauro, um dos maiores ídolos do MMA em todos os tempos. Minota se recupera de lesões no joelho e quadril, quadro clínico que a revista GRACIEMAG #165 noticiou em primeira mão em novembro passado. E fica a dúvida: Minotauro vai estar pronto e será o mesmo de outrora a tempo da edição histórica do Ultimate no Brasil?
A recuperação de Rodrigo Minotauro, segundo informação enviada ao GRACIEMAG.com, está indo de vento em popa.
“Tudo está perfeito”, declarou Marc Philippon, o médico que realizou as duas cirurgias de quadril do lutador nos Estados Unidos. Na presença da fisioterapeuta Angela Cortes, responsável pela reabilitação do atleta, Philippon disse que “estava muito feliz e orgulhoso com a recuperação” e, após a avaliação, deu luz verde para Minotauro voar baixo no dia 27 de agosto.
Um dos maiores e respeitados artroscopistas de quadril do mundo, Marc Philippon anunciou oficialmente a liberação do atleta na seguda-feira (16), “soltando o Grande Monstro” do Pride e do UFC para retornar aos treinos fortes e com plena força para encarar Brendan Schaub. Minotauro garante que o trabalho a seguir será focado na parte da preparação física e de lutas, acompanhado de forma preventiva pela fisioterapia.
Desde janeiro, Minota passa por quatro horas diárias de fisioterapia. No que depender do prognóstico médico, o público pode esperar um Minotauro com potência total no retorno do UFC ao Brasil.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Bernardinho lamenta preparação curta para Liga Mundial


A seleção brasileira masculina de vôlei embarca na noite desta segunda-feira para a sua estreia na Liga Mundial, fora de casa, contra Porto Rico, com o técnico Bernardinho lamentando o curto período de preparação para o torneio. Os jogos serão disputados na sexta-feira e no sábado, no Coliseu Roberto Clemente, na cidade de San Juan, e o treinador prevê duelos difíceis no início da campanha em busca do décimo título da competição. O Brasil já enfrentou os caribenhos nove vezes e perdeu apenas uma, no ano passado, na Copa Pan-Americana, na qual foi representado por uma seleção de novos.
"Não tivemos o tempo ideal para nos preparar e isso é sempre um motivo de preocupação. A seleção de Porto Rico disputou as principais competições internacionais nos últimos anos e está em momento de crescimento no cenário mundial. É um time que joga em alta velocidade e conta com um excelente atacante, o oposto Soto, que já defendeu clubes da Itália e da Rússia. Além disso, eles enfrentarão o Brasil como francoatiradores e qualquer time que atue sem a responsabilidade de vencer torna-se perigoso", afirmou.
Para o duelo com Porto Rico, Bernardinho relacionou 14 jogadores: os levantadores Marlon e Bruno, os opostos Leandro Vissotto e Theo, os centrais Gustavo, Rodrigão, Lucas e Sidão, os ponteiros Giba, Murilo, João Paulo Bravo e João Paulo Tavares e os líberos Sérgio e Mario Junior.
DANTE - Enquanto o Brasil segue para Porto Rico, Dante chegou ao Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema (RJ), para iniciar a sua preparação para as competições da seleção nesta temporada. O ponteiro foi liberado por Bernardinho das primeiras atividades da equipe para ter duas semanas de férias após o fim da temporada russa.
"Este ano terá um grande número de torneio em um curto espaço de tempo e sabemos que temos jogar 100% em todos eles. Por isso, precisaremos estabelecer objetivos e o primeiro deles será a Liga Mundial. Vamos primeiro buscar a classificação para a Fase Final para depois tentarmos chegar à decisão mais uma vez", afirmou.
Dante ainda não sabe quando poderá estar pronto para defender o Brasil na Liga Mundial. "Ainda não sei quando estarei em condições de jogar, mas quero estar em quadra logo. É sempre uma honra enorme representar o Brasil nas competições e estou ansioso para começar logo a jogar".

O UFC tentará trazer Randy Couture de volta?


Um dos maiores ídolos do UFC, o recém-aposentado Randy Couture revelou que pendurou as luvas na hora certa, mas que acredita que a organização tentará tirá-lo da aposentadoria. “Acho que foi a hora certa de parar de competir. Sei que tenho um longo caminho a percorrer, e acho que eles (o UFC) tentarão me trazer de volta, mas estou confortável com a minha decisão. É a hora certa para mim”, disse Couture ao MMA Fighting. Com a derrota para Lyoto Machida no UFC 129, Randy encerrou sua carreira com 19 vitórias e 11 derrotas, tendo conquistado o cinturão do Ultimate nas categorias de peso pesado e meio-pesado.

http://www.tatame.com.br/2011/05/23/O-UFC-tentara-trazer-Randy-Couture-de-volta

Alckmin confia que SP pode ter Copa das Confederações


O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse neste domingo que ainda confia na

possibilidade de São Paulo receber jogos da Copa das Confederações, que será realizada em 2013. A Fifa já afirmou, porém, que a cidade não poderá ser sede do torneio porque o estádio do Corinthians, designado para a Copa do Mundo, não estará concluído até lá.

"Estamos em entendimentos em termos da Copa das Confederações e da abertura do Mundial em São Paulo", disse o governante após a cerimônia que marcou a reinauguração do Conjunto Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, que neste domingo recebeu o Grande Prêmio São Paulo de Atletismo.

Alckmin referendou as informações já divulgadas por Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, de que as obras para a construção do estádio do clube começarão nos próximos dias. Também disse que o poder público investirá R$ 345 milhões, até junho de 2013, no entorno do estádio. Estão previstas obras na Radial Leste e na Avenida Jacu Pêssego, na zona leste de São Paulo.

Alckmin confia que SP pode ter Copa das Confederações


O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse neste domingo que ainda confia na

possibilidade de São Paulo receber jogos da Copa das Confederações, que será realizada em 2013. A Fifa já afirmou, porém, que a cidade não poderá ser sede do torneio porque o estádio do Corinthians, designado para a Copa do Mundo, não estará concluído até lá.

"Estamos em entendimentos em termos da Copa das Confederações e da abertura do Mundial em São Paulo", disse o governante após a cerimônia que marcou a reinauguração do Conjunto Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, que neste domingo recebeu o Grande Prêmio São Paulo de Atletismo.

Alckmin referendou as informações já divulgadas por Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, de que as obras para a construção do estádio do clube começarão nos próximos dias. Também disse que o poder público investirá R$ 345 milhões, até junho de 2013, no entorno do estádio. Estão previstas obras na Radial Leste e na Avenida Jacu Pêssego, na zona leste de São Paulo.

Blatter promete reconstruir imagem da Fifa após eleição


Joseph Blatter disse que a reconstrução da imagem da Fifa será a sua prioridade, se ele for reeleito para a presidência na próxima semana, após uma série de acusações de corrupção feitas contra a entidade. Ele prometeu combater as acusações de corrupção e reforçar o setores da Fifa responsáveis por investigar irregularidades.

"Vamos encontrar uma solução para lidar com o passado, a fim de que possamos parar para sempre no futuro com todas essas coisas prejudiciais da corrupção", disse Blatter. "Nós temos que ter certeza de que no próximo mandato começaremos imediatamente após a eleição a reconstruir a imagem da Fifa", disse o suíço, de 75 anos, que está na entidade desde 1975.

Blatter revelou que já tentou ser subornado, quando recebeu um envelope cheio de dinheiro, quando era secretário-geral da Fifa, antes de tornar-se presidente há 13 anos. Ele disse que entregou o dinheiro a um colega da Fifa e o montante foi devolvido ao subornador anônimo.

O dirigente suíço prometeu revelar seu projeto de tolerância zero durante o Congresso da Fifa em 1º de junho, antes da eleição contra o catariano Mohamed bin Hammam. As últimas acusações de corrupção envolvem o processo de escolha da sede da Copa do Mundo de 2022. O Catar teria subornado dois membros do Comitê Executivo da Fifa em troca dos votos na candidatura do país.

Bellucci segue em 25.º na ATP; Djokovic persegue Nadal

O brasileiro Thomaz Bellucci se manteve no 25.º lugar no ranking da ATP, que foi atualizado nesta segunda-feira e não trouxe novidades entre os dez mais bem colocados. E, no mesmo dia em que manteve o seu posto, o tenista número 1 do Brasil estreou com vitória em Roland Garros sobre o casaque Andrey Golubev, por 3 sets a 1.

Bellucci luta para se manter no top 30 da ATP durante o Grand Slam francês, no qual defenderá os 180 pontos conquistados por ter avançado às oitavas de final do torneio no ano passado.

Já o brasileiro Ricardo Mello, que estreia nesta segunda-feira em Roland Garros contra o norte-americano Mardy Fish, caiu uma posição no ranking e agora figura como 89.º do mundo.

Confirmado nesta segunda-feira pela 50.ª semana seguida na liderança do ranking mundial, Rafael Nadal corre o risco de perder a ponta em Roland Garros. Por ser o atual campeão do torneio, ele defenderá os 2.000 pontos que conquistou pelo título do ano passado, enquanto o sérvio Novak Djokovic, o vice-líder, tomará a liderança se avançar à final na capital francesa ou se o espanhol não voltar a levar o título.

Já o suíço Roger Federer se manteve na terceira posição, com 8.390 pontos, com boa vantagem sobre o britânico Andy Murray e o sueco Robin Soderling, respectivos quarto e quinto colocados.

No grupo dos 20 mais bem posicionados, as principais novidades foram a queda de duas posições do francês Richard Gasquet, que agora é o 16.º no geral, e de três postos do espanhol Fernando Verdasco, que caiu para 20.º Já o alemão Florian Mayer subiu duas colocações e figura em 19.º.

Ranking da ATP, 23/5:

1.º Rafael Nadal (ESP), 12.070 pontos

2.º Novak Djokovic (SER), 11.665

3.º Roger Federer (SUI), 8.390

4.º Andy Murray (GBR), 6.085

5.º Robin Soderling (SUE), 5.435

6.º Tomas Berdych (RCH), 4.200

7.º David Ferrer (ESP), 4.060

8.º Jurgen Melzer (AUT), 2.850

9.º Gael Monfils (FRA), 2.465

10.º Mardy Fish (EUA), 2.395

11.º Andy Roddick (EUA), 2.290

12.º Nicolas Almagro (ESP), 2.225

13.º Mikhail Youzhny (RUS), 2.010

14.º Stanislas Wawrinka (SUI), 1.920

15.º Viktor Troicki (SER), 1.840

16.º Richard Gasquet (FRA), 1.755

17.º Jo-Wilfried Tsonga (FRA), 1.570

18.º Gilles Simon (FRA), 1.565

19.º Florian Mayer (ALE), 1.555

20.º Fernando Verdasco (ESP), 1.515

25.º Thomaz Bellucci (BRA), 1.395

89.º Ricardo Mello (BRA), 580

125.º João Souza (BRA), 453

142.º Rogério Dutra Silva (BRA), 419

153.º Marcos Daniel (BRA), 378

190.º Julio Silva (BRA), 284